Uma viagen pelo universo da imaginação

Uma noite de pesadelos

The Morning Walk

Estava muito nervoso. Aguardava pelo momento em que ela iria bater na porta do quarto e fumei decerto um dezena de cigarros no entretanto. Já a conhecia muito bem. Mas, depois daquele cruzar de olhos e breve troca de palavras, nunca mais a havia visto. Apesar de tudo, era como se a conhecesse desde sempre. A sua face, as suas formas, a sua voz. Mas não conhecia aqueles lábios, nem o toque das suas mãos.
Quando senti a campainha do quarto, o meu coração saltou definitivamente do seu lugar. Restava confirmar que ela tinha chegado sem problemas e que vinha efectivamente sozinha. Tinha tido diversos pesadelos nas poucas horas de sono que havia tido essa noite. Em todos eles, ela era interpelada pelos funcionários do hotel que, de imediato chamavam a polícia. Era a polícia que me batia à porta.
Mas felizmente não foi a polícia a fazer a capainha…

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