Uma viagen pelo universo da imaginação

Tempo perdido – Mário Quintana

Poesias Preferidas

Mark Keathley (pintura de Mark Keathley)

Havia um tempo de cadeiras na calçada. Era um tempo em que havia mais estrelas.
Tempo em que as crianças brincavam sob a clarabóia da lua. E o cachorro era um grande personagem. E também no relógio de parede! Ele não media o tempo simplesmente: ele meditava o tempo.

Mário Quintana
in 80 anos de poesia

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