Uma viagen pelo universo da imaginação

Esquizoanálise – o Império de Édipo [ou, a fábrica de neuroses]

Razão Inadequada

Baby at Play, Eakins  Baby at Play, Eakins

Uma criança não brinca apenas de papai e mamãe” – Deleuze e Guattari, Anti-Édipo, p. 66

Deleuze diz que, tal como a revolução russa, é difícil dizer quando a psicanálise começou a dar errado. Dito isso, cabe a pergunta: quando a revolução psicanalítica se tornou um estandarte para bandeiras reacionárias? Não queremos com este texto “provar” que Édipo não existe. Ele está aí, é fato, é dado no café da manhã e no jantar. Produzimos neuróticos em uma linha de montagem. Por isso, o que queremos é fazer um escracho de Édipo. Queremos encontrar a linhas de fuga que racham a máquina edípica e explodem o familismo. O que queremos é limpar o inconsciente de Édipo, desnaturalizar a formação edípica. Retirar a pedra angular da teoria psicanalítica e ver suas estruturas todas desmoronarem e se rearranjarem.

A esquizoanálise procura romper com Édipo, não resolvê-lo! Queremos retomar…

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