Uma viagen pelo universo da imaginação

No CE da Carris o governo equipara a greve à guerra

Raquel Varela

Se dúvidas há sobre isto devem-nos espantar e muito. Mas aqui fica uma explicação mais detalhada, porque o assunto é de uma gravidade excepcional.

Não há nenhum ordenamento jurídico no mundo que equipare a greve a um acto de guerra – a não ser que seja uma ditadura. Há relatórios do Banco Mundial (elegido por quem?) que aconselham a que nos contratos de PPPs se equipare a greve a um acto de guerra. O mesmo Banco Mundial que aconselhou os agricultores do Mali a destruírem stocks de alimentos ou o mesmo Banco Mundial que aconselha o trabalho precário para baixar os salários e a criação concomitante de «rendimentos mínimos e bolsas famílias para evitar revoltas sociais». Se é para citar algo cite-se a Constituição alemã, a nossa, as leias do trabalho das democracias liberais e nenhuma equipara uma greve a um caso de «força maior». Mas há centenas de investigadores…

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