Uma viagen pelo universo da imaginação

Tabaco e Metafísica

Razão Inadequada

alvaro de campos

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Estas palavras expressam a distância que me separa do mundo pelo vidro de uma janela. A realidade é grande demais para mim, me excede e isso me assusta. Lá fora está a morte, o mistério, o desconhecido, o “destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada“. Perdi, simples assim, não há o que comemorar. Falhei…

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?”

A neblina de fora reflete a confusão interna, ou seria o contrário? Estou louco ou sou um gênio? “Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!“, não… não… eu não. Não sou disso, não eu, sei de minhas limitações. O mundo é para quem nasceu para o mundo, eu nasci para…

Ver o post original 560 mais palavras

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